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Apple apresenta novos MacBook e AirPods 3

G1 - Tecnologia - a 57 min 6 sec atrás
Empresa anunciou seus chips M1 Pro e M1 Max, que prometem ser mais rápidos que o M1. Apple apresenta novos MacBook e AirPods 3 Empresa anunciou seus chips M1 Pro e M1 Max, que prometem ser mais rápidos que o M1. A Apple apresentou nesta segunda-feira (18) os novos MacBook Pro, que custarão a partir de R$ 26.999. Confira todos os preços.. A empresa também revelou o AirPods 3. Veja o que mudou e quanto ele custará.. A empresa também revelou que o alto-falante HomePod mini será vendido em três novas cores: amarelo, laranja e azul.. Em setembro, a empresa anunciou o iPhone 13. A pré-venda no Brasil começou na semana passada e os preços variam de R$ 6.599 a R$ 15.499.

Foxconn, que faz celulares da Apple, exibe 3 protótipos de veículos elétricos

G1 - Tecnologia - a 1 hora 2 min atrás

Empresa de tecnologia quer diversificar negócios com veículos. Protótipos são das categorias SUV, sedã e até um ônibus. Foxtron Model C, veículo elétrico feito pela Foxconn Fabian Hamacher/Reuters A Foxconn revelou seus três primeiros protótipos de veículos elétricos nesta segunda-feira (18), destacando planos para diversificar seus negócios para além de ser uma das principais fabricantes de produtos da Apple e outras empresas de tecnologia. Os veículos - um utilitário esportivo, um sedã e um ônibus - foram desenvolvidos pela Foxtron, uma joint-venture entre a Foxconn e a montadora taiwanesa de veículos Yulon Motor. iPhone 13: Apple começa pré-venda no Brasil; veja os preços O carro futurista que 'come' poluição O vice-presidente da Foxtron, Tso Chi-sen, disse que espera que os veículos elétricos valham 1 trilhão de dólares taiuaneses para a Foxconn em cinco anos, um valor equivalente a cerca de US$ 35 bilhões. Foxtron Model E, da Foxconn Fabian Hamacher / Reuters Na briga dos carros elétricos Chamada formalmente de Hon Hai Precision Industry, a maior fabricante mundial de produtos eletrônicos tem como objetivo se tornar um grande grupo no mercado global de veículos elétricos, embora reconheça ser uma novata na indústria automotiva. A companhia mencionou pela primeira vez suas ambições no mercado de veículos elétricos em novembro de 2019 e se moveu relativamente rápido, anunciando este ano acordos para montar carros com a startup norte-americana Fisker e o grupo de energia da Tailândia PTT. "A Hon Hai está pronta e não é mais o garoto novo na cidade", disse o presidente da Foxconn, Liu Young-way, no evento programado para marcar o aniversário do bilionário fundador da empresa, Terry Gou, que dirigiu o sedã elétrico até o palco do evento ao som de "Feliz Aniversário". O sedã, que foi desenvolvido em conjunto com a empresa de design italiana Pininfarina, será vendido por uma montadora não especificada fora de Taiwan nos próximos anos, enquanto o SUV será vendido sob uma das marcas da Yulon e está programado para chegar ao mercado em Taiwan em 2023. O ônibus, que terá um emblema da Foxtron, começará a circular em várias cidades no sul de Taiwan no próximo ano em parceria com um provedor de serviços de transporte local. "Até agora, a Foxconn fez um progresso muito bom", disse Kylie Huang, analista de tecnologia da Daiwa Capital Markets. A Foxconn também estabeleceu como meta fornecer componentes ou serviços para 10% dos veículos elétricos do mundo entre 2025 e 2027. Este mês, a companhia comprou uma fábrica da startup norte-americana Lordstown Motors para produzir carros elétricos. Em agosto, adquiriu uma fábrica de chips em Taiwan, com o objetivo de atender à demanda futura por chips automotivos. Um impulso bem-sucedido de montadoras terceirizadas para a indústria automotiva tem o potencial de trazer uma série de novos participantes e minar os modelos de negócios das montadoras tradicionais. Este ano, a montadora chinesa Geely também traçou planos para se tornar uma grande fabricante terceirizada. E o carro da Apple? Observadores da indústria estão procurando pistas de quais empresas podem produzir o carro elétrico da Apple. Embora fontes tenham dito anteriormente que a gigante da tecnologia deseja lançar um carro até 2024, a Apple ainda não deu detalhes de planos específicos para o mercado automotivo. Veja vídeos de tecnologia g1

Apple apresenta novos MacBook Pro e AirPods 3; veja preços

G1 - Tecnologia - a 1 hora 41 min atrás

Novos computadores têm versões com telas de 14 e 16 polegadas. Os fones de ouvido sem fio ganharam mudanças no design e passaram a suportar áudio espacial. MacBook Pro (2021) Reprodução/Apple A Apple realizou nesta segunda-feira (18) um evento on-line a partir de sua sede na Califórnia para apresentar dois novos modelos do MacBook Pro e uma nova versão dos fones de ouvido sem fio AirPods 3. iPhone 13: Apple começa pré-venda no Brasil; veja os preços Novo Apple Watch custará até R$ 11 mil no Brasil; veja os preços Os novos MacBook Pro custarão a partir de R$ 26.999. Já o AirPods 3 será vendido por R$ 2.399. A Apple ainda não revelou quando eles ficarão disponíveis no Brasil. MacBook Pro Os novos computadores da Apple têm telas de 14 e 16 polegadas. Eles se juntam ao modelo de 13 polegadas, lançado em 2020. O MacBook Pro de 14 polegadas custará a partir de R$ 26.999. A versão de 16 polegadas custará, no mínimo, R$ 32.999 (veja os preços na tabela abaixo). Para os aparelhos, a Apple revelou os chips M1 Pro e M1 Max, que prometem processamento mais veloz que o chip M1, lançado em 2020. A empresa também adotou um entalhe, espaço que abriga a câmera, na tela do MacBook Pro. Como acontece nos iPhones, a decisão foi tomada para aproveitar mais espaço da área frontal. O teclado dos novos MacBook Pro dispensaram a TouchBar. A área, que havia sido lançada pela Apple em 2016, deu lugar novamente às teclas de F1 a F12. Teclado dos novos MacBook Pro (2021) Reprodução/Apple Os aparelhos também ganharam mais portas: uma HDMI, três Thunderbolt 4, uma para cartões SD e uma para fones de ouvido, além de uma entrada para o carregador MagSafe. Confira os preços dos novos MacBook Pro: Preços dos novos MacBook Pro AirPods 3 O AirPods 3 ganhou um novo design e passou a oferecer suporte para áudio espacial. A Apple afirma que o acessório oferece mais qualidade de áudio em chamadas do FaceTime. Apple AirPods 3 Reprodução/Apple Os novos fones de ouvido também contam com um recurso de equalização de som automática. Ele promete manter o áudio com boa qualidade mesmo que o dispositivo não esteja bem encaixado na orelha. A caixa usada para carregar os AirPods 3 foi repaginada para oferecer mais energia. Segundo a Apple, o AirPods 3 oferece até seis horas de bateria para uso contínuo, mas pode permanecer com carga por até 30 horas se for mantido no case. O AirPods 3 será vendido no Brasil por R$ 2.399 e estará disponível em breve.

Executivos da Microsoft pediram para Bill Gates parar de enviar e-mails 'inapropriados' para funcionária, diz jornal

G1 - Tecnologia - a 2 hours 47 sec atrás

Reportagem do jornal 'Wall Street Journal' afirma que magnata da tecnologia trocou mensagens em 2007. Bill Gates no Fórum Econômico Mundial Ruben Sprich/Reuters Executivos do alto escalão da Microsoft pediram para que o fundador da empresa, Bill Gates, parasse de enviar e-mails "inapropriados" a uma funcionária, segundo uma reportagem do jornal "Wall Street Journal" desta segunda-feira (18). A troca de mensagens teria ocorrido em 2007, enquanto ele ainda era casado com Melinda Gates e exercia funções em tempo integral na Microsoft, além de ser presidente do conselho da companhia. O magnata nega o caso. LEIA MAIS: Não é a primeira polêmica… Gates teria se afastado do conselho da Microsoft durante investigação de relação extraconjugal com funcionária Em maio, Bill e Melinda anunciaram divórcio após 27 anos juntos Os e-mails continham "flerte" e convidavam a funcionária para um encontro fora da empresa, mas não eram "abertamente sexuais", segundo as fontes ouvidas pelo jornal. A mulher não teria feito nenhuma queixa sobre o incidente. Os executivos da Microsoft descobriram a troca de mensagens em 2008, pouco depois que Gates deixou um cargo em tempo integral na empresa e ficou somente com as obrigações relacionadas ao conselho. Dois executivos do alto escalão, o então conselheiro-geral Brad Smith e a então chefe de recursos humanos Lisa Brummel, teriam se encontrado com Gates e dito que o comportamento era inapropriado e que deveria parar. Gates não teria negado as trocas e disse aos executivos que aquela não tinha sido uma boa ideia, se comprometendo a parar. "São falsos rumores reciclados de fontes que não têm conhecimento direto e, em alguns casos, têm conflitos de interesse significativos", disse Bridgitt Arnold, porta-voz de Bill Gates, ao jornal. As trocas de e-mails não estão relacionados com outro escândalo envolvendo Bill Gates, revelado em maio pelo "Wall Street Journal", duas semanas depois de ele e sua esposa anunciarem o divórcio. Na ocasião, o jornal publicou que Gates deixou o conselho de diretores da Microsoft em 2020, em meio a uma investigação sobre um relacionamento extraconjugal com uma outra funcionária. Bill Gates não negou o relacionamento, mas disse ao "Wall Street Journal" que sua saída do conselho não teve a ver com a investigação.

WhatsApp: ligações coletivas poderão ser feitas direto pela conversa em grupo

G1 - Tecnologia - a 2 hours 7 min atrás

Nova função disponível a partir dessa segunda-feira (18) permite que qualquer pessoa de um grupo entre e saia da chamada diretamente pela conversa, anunciou a empresa. Qualquer pessoa pertencente a um grupo poderá entrar e sair da chamada diretamente pela conversa. Divulgaçãp A partir desta segunda-feira (18), usuários já podem fazer ligações coletivas direto pelo grupo do WhatsApp, anunciou a empresa. Com a mudança, qualquer pessoa pertencente a um grupo poderá entrar e sair da chamada diretamente pela conversa, apenas clicando na imagem de câmera à direita da conversa, como na foto acima. As atualizações de aplicativos costumam ser liberadas aos poucos, então é possível que a novidade demore alguns dias para aparecer para todos. Veja a seguir o que muda: Você pode ligar para um grupo do WhatsApp e entrar na chamada diretamente pela conversa em grupo; A notificação especificará o nome do grupo em vez dos nomes dos participantes; Apenas pessoas que fazem parte do grupo podem entrar na chamada; A chamada será exibida na lista de conversas para que as pessoas possam ver quais grupos têm chamadas em andamento imediatamente após abrir o aplicativo; Toque distinto mais suave. Fazendo com que seja tão suave quanto enviar e receber uma mensagem. Leia também: WhatsApp: agora é possível proteger backup das conversas com senha; veja como fazer WhatsApp clonado ou roubado? Saiba como evitar golpes e recuperar sua conta Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger

'Não há muita diferença entre o vício em drogas e no celular’, diz psicólogo

G1 - Tecnologia - a 3 hours 4 min atrás

A BBC entrevista o psicólogo espanhol Marc Masip, que defende que 'o celular é a heroína do século 21'. O psicólogo espanhol Marc Masip trabalha com jovens para educá-los sobre o uso adequado da tecnologia e evitar a dependência MARC MASIP/Arquivo Pessoal Se você fica ansioso ao imaginar um mundo sem Facebook, Instagram ou WhatsApp, preste atenção no seu grau de dependência de novas tecnologias. Você pode estar viciado. Este experimento já foi realizado de forma involuntária no dia 4 de outubro, quando milhões de pessoas ficaram frustradas quando as três plataformas acima ficaram fora do ar por seis horas. Uma frustração que, em casos extremos, há quem se atreva a comparar com a síndrome de abstinência, vivenciada por quem abandona as drogas, o álcool ou o cigarro. Teste a 'saúde' de sua relação com as redes sociais Apagão é 'chance de ouro' para rever vício em redes sociais, diz pesquisadora Pode parecer uma comparação exagerada, mas o psicólogo espanhol Marc Masip a defende com unhas e dentes. "O celular é a heroína do século 21", diz ele sem rodeios. Parte de seu trabalho consiste em oferecer tratamento em clínicas de desintoxicação para viciados em tecnologia. Uma reabilitação que pode se tornar ainda mais difícil do que a das drogas, "porque todo mundo já sabe que estas fazem mal, enquanto as novas tecnologias todos nós usamos sem saber o tamanho do dano que podem causar", explica Masip em entrevista à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC. BBC News Mundo - Quando ficamos sem Facebook, WhatsApp e Instagram, você rapidamente foi ao Twitter comparar as tecnologias com a heroína e nos desejar ironicamente uma "feliz síndrome de abstinência". Muitos podem considerar uma comparação exagerada. Por que você a defende? Marc Masip - Porque foi uma loucura, e aí você se dá conta da importância que damos a elas. As pessoas enlouqueceram quando na realidade nada estava acontecendo. Estamos todos um pouco perdidos. Os vícios são todos vícios, e não há muita diferença entre o vício em drogas e o vício em telefone celular. É verdade que as drogas não podem ser bem usadas, e o celular pode. Isso é uma vantagem. Tem gente que compara o celular a um martelo, dizendo que pode ser bem ou mal utilizado, mas não conheço nenhum viciado em martelo. Quando não dispomos da tecnologia, como acontece quando o WhatsApp ou o Facebook caem, todos nós sentimos um mal-estar, uma síndrome de abstinência. A comparação com a heroína me parece boa porque ainda não temos consciência de todos os danos que pode chegar a causar. Quando a heroína começou a ser consumida, não se sabia o quão ruim era, e no final morreu muita gente. Espero que não seja assim agora, mas tem gente que morre porque usa o celular até quando está dirigindo. Sem contar o que certas pessoas sofrem com casos de bullying nas redes sociais. Há consequências para a saúde mental que ainda não entendemos por conta do abuso do telefone celular. Initial plugin text BBC News Mundo - Com a heroína, havia dois finais: você morria de overdose ou era enviado para uma clínica de desintoxicação. E quanto ao vício em tecnologia? Masip - Já trabalhamos em clínicas de desintoxicação, porque o vício pode levar a problemas de saúde mental graves e até físicos. Estamos vendo consequências no desempenho acadêmico dos jovens, acidentes de trânsito que podem levar ao pior, ansiedade, estresse, frustração, transtornos alimentares desencadeados pelo Instagram. Vemos como os jovens se comunicam por meio das telas de forma rápida, fácil e confortável, mas cara a cara eles são covardes e não têm ferramentas suficientes para sentir empatia, olhar ou abraçar. Mas o pior é acima de tudo a dependência, como o humor das pessoas muda para pior quando ficam sem Facebook ou WhatsApp. É um problema, porque a dependência é o oposto da liberdade. BBC News Mundo - O que vocês fazem na clínica de desintoxicação? Masip - Oferecemos um tratamento de reeducação sobre o bom uso das redes e das telas. É uma tarefa muito complicada. Se você pensar bem, quando você lida com o vício em heroína, cocaína ou maconha, parte do pressuposto que é socialmente mal visto. As pessoas presumem que fumar, beber e se drogar faz mal. Com as tecnologias é mais difícil porque não se trata de deixar de usá-las. O que você tem que fazer é reeducar para que sejam melhor utilizadas. E não é nada fácil quando todo mundo ao seu redor também está usando. No nosso tratamento, é muito importante que o paciente supere essa fase de conscientização, em que reconhece até que ponto é bom usar uma tecnologia. BBC News Mundo - Isso me lembra a situação que muitos pais enfrentam, quando se propõem a manter seus filhos mais novos longe da tecnologia, mas não podem impedir que todos ao seu redor a utilizem. No fim das contas, muitos acabam cedendo porque não querem que seus filhos se sintam excluídos. Masip - Esse é um falso medo dos pais por carinho e amor. Achamos que nossos filhos não terão amigos se não tiverem telefone e redes sociais, mas isso é mentira. Crianças com telefone podem ou não ter amigos, e crianças sem telefone podem ou não ter amigos. Isso está mais ligado à personalidade e ao ambiente familiar e escolar. Mas claro, pensamos que, como todas as crianças ou adolescentes têm telefone, as nossas também precisam ter. Temos que proteger as crianças das telas para que não precisem tanto delas. Para uma criança, ter um smartphone antes dos 16 anos traz mais desvantagens do que vantagens. Sem formação, sem saber usá-lo da forma correta, o lado ruim de um celular tem mais peso do que o lado bom para a criança. Porque, no fim das contas, o que um smartphone oferece? Que seus pais tenham controle caso algo aconteça com você? Isso também pode ser feito com um telefone normal. Na verdade, se vierem a te sequestrar, dificilmente deixarão você ligar para seus pais. Se os adolescentes têm um smartphone, é sobretudo por causa das redes sociais. Mas o que as redes sociais oferecem para você? Curtidas? Essa não é uma contribuição real. A curtidas são apenas uma injeção cavalar de dopamina. É importante entendermos que em nossas redes sociais sempre mostramos nossa melhor versão. Mas essa melhor versão nem sempre está próxima da realidade. Na verdade, quanto mais o eu virtual se afasta do eu real, mais frustração é gerada. E essa frustração é muito próxima da dependência e do vício. É importante educar, sobretudo os mais jovens, que não é preciso querer sempre mostrar o que não somos ou o que gostaríamos de ser para ser aceitos. É preciso trabalhar muito a autoestima dos jovens. BBC News Mundo - Fala-se muito que a tecnologia está avançando a uma velocidade que nem sequer entendemos, não só a gente, mas tampouco as próprias instituições. Como podemos nos proteger de algo que nem sequer entendemos totalmente? Masip - Estamos vendidos diante do avanço tecnológico porque as empresas buscam que seu uso seja o maior possível em seu próprio benefício. Quase não há regulamentação, e educação para as famílias e nas escolas sobre o uso responsável da tecnologia é muito pobre. A solução passa por leis que regulamentam o uso adequado das novas tecnologias e que não existem hoje. Não há ferramentas para educar a população mais jovem, que é quem mais utiliza (essas tecnologias). Estamos deixando a tecnologia avançar livremente, e as consequências são evidentes. BBC News Mundo - Apesar de posições como a sua, a sensação é que o mundo está se tornando ainda mais interconectado. Que perspectivas nós temos então? Pelo o que você diz, parece preocupante. Masip - É verdade que o mundo tecnológico estimula que o futuro continue sendo muito tecnológico. Mas devemos ter clara a premissa de que o real sempre vai superar o virtual. Por mais tecnologia que criem e mais dinheiro que invistam, nada será capaz de dar um abraço como outra pessoa te dá ou um beijo como a pessoa que você ama. Enquanto houver gente que continue tendo isso claro e entendido, já teremos um grande ganho. É verdade que a tecnologia vai pressionar, mas também acredito que os humanos farão o mesmo. Acredito que daremos um pequeno passo atrás na tecnologia para dar três à frente no (lado) humano. Partir do princípio que, sim, temos muita tecnologia, mas há limites. Chegará o momento em que aqueles que utilizam bem as redes e o celular serão mais cool do que quem fica hiperconectado o dia todo. BBC News Mundo - Há uma técnica que nos permite autodiagnosticar nosso grau de dependência? Masip - O autodiagnóstico é sempre complicado. Você deveria se deixar ajudar, mas nem sempre é fácil. Posso indicar alguns sinais para detectar dependência ou vício. Primeiro, meça sua síndrome de abstinência. Se você precisa consumir algo quando não tem. É algo bastante evidente nas drogas, mas também acontece com as novas tecnologias. Observe também se você substitui atividades, se você deixa de fazer algo para ficar mais atento ao celular. Isso pode acontecer quando você passa tempo com a família, trabalha, dirige, pratica esportes ou sai de casa. Preste atenção se o celular faz você se evadir. Se você pega (o celular) para ver uma coisa, e passa uma hora sem que você perceba. Com esses exemplos, você pode se avaliar muito bem. Pane global: entenda 4 pontos sobre a queda do WhatsApp, Facebook e Instagram BBC News Mundo - E como podemos usar a tecnologia com sabedoria? Masip - Você tem que aplicar muito bom senso. É importante que a gente use a tecnologia quando nos oferece um serviço. Por isso pagamos por ela. Agora, por exemplo, tenho que ir a uma reunião. Então, eu vou usar a tecnologia para me levar ao ponto de encontro. Você também pode aproveitar seu celular para enviar um e-mail sem ter que entrar no computador. Mas não utilize (o celular) durante a refeição ou quando estiver com outras pessoas. Nem quando você trabalha, passa um tempo com os amigos, com seu parceiro ou antes de dormir. Não deixe que passe por cima de você. O WhatsApp pode ser uma ferramenta muito útil, mas se o servidor cair, também não é imprescindível. BBC News Mundo - Há governos como o da China que estão intervindo diretamente, especialmente com videogames para menores de idade. Mas essas intervenções são suficientes? O que seria suficiente para realmente causar um impacto contra o vício em tecnologia? Masip - Os governos precisam implementar leis imediatamente, como proibir telefones na sala de aula, impor normas mais rígidas se você dirigir com o celular e restringir seções claramente viciantes de certos aplicativos. Cada pai educa como pode ou como deseja, mas seria preciso haver uma regulamentação sobre as grandes empresas para que não possam fazer tudo o que querem. Não é normal que qualquer menor de idade possa entrar para ver pornografia ou jogar um videogame nocivo que seja violento, tenha recompensas financeiras ou seja castigado se abandonar uma partida. Temos que regulamentar as empresas de tecnologia para o bom uso. BBC News Mundo - Mas como empresas globais e interconectadas podem ser regulamentadas sem um consenso global? Parece um tanto distante. Masip - É complicado, mas já vimos que com o coronavírus a maioria do mundo chegou a um acordo. Mas, sim, não basta a solução que se impõe em cada casa. A solução deve ser global. É preciso regulamentar os próprios aplicativos, as próprias empresas, para que depois as coisas cheguem bem ao resto do mundo, sem elementos nocivos ou viciantes. G1 no YouTube

Empresa de call center Atento sofre ciberataque no Brasil

G1 - Tecnologia - a 4 hours 33 min atrás

Companhia informou que sua equipe identificou a ameaça e que estava "trabalhando para contê-la, atuando para assegurar a segurança dos ambientes afetados antes de restabelecê-los on-line". Multinacional espanhola comunicou ter sofrido um ciberataque no Brasil Simon Stratford/Freeimages A empresa de call center Atento é a mais recente vítima de ataques de cibercriminosos a corporações no Brasil, nas últimas duas semanas. No domingo (18), a multinacional espanhola comunicou ter sofrido um ciberataque a seus sistemas no país e que interrompeu os serviços, temporariamente, aos clientes locais. "A fim de prevenir qualquer possível risco a nossos clientes, nós isolamos os sistemas afetados dentro da Atento e interrompemos as conexões de nossos sistemas com os clientes. Isto resultou em uma interrupção temporária do serviço", disse a empresa em comunicado. LEIA MAIS: Empresas precisam avisar sobre ataque cibernético? Veja perguntas e respostas O que é ransomware? A Atento informou que sua equipe de segurança conseguiu identificar a ameaça e que estava "trabalhando para contê-la, atuando para assegurar a segurança dos ambientes afetados antes de restabelecê-los on-line". Outros ataques no Brasil Depois da Porto Seguro, na quinta-feira (14), e da CVC, no dia 2, este é o terceiro ataque cibernético a grandes empresas no país nas últimas duas semanas. Na quinta-feira (14), a Porto Seguro informou ter sido alvo de uma tentativa de ciberataque, que provocou instabilidade em canais de atendimento e em alguns sistemas. O jornal Valor Econômico apurou que os funcionários da seguradora, que estavam em home office, tiveram de dar continuidade aos trabalhos presencialmente nos escritórios por conta das falhas nos sistemas. O ciberataque à CVC, ocorrido em um sábado (2) fez com que a central de atendimento da empresa ficasse temporariamente indisponível. A Atento não informou o tipo de ameaça que afetou seus sistemas. Os ataques mais comuns a empresas brasileiras têm sido do tipo ransomware, no qual códigos maliciosos se infiltram nos sistemas das empresas até identificarem e criptografarem servidores com dados sensíveis, exigindo resgate para sua liberação, na maior parte dos casos. A lista de companhias abertas vítimas de ataques de sequestro de dados desde o início da pandemia inclui Natura & Co, Braskem, Cosan, Embraer, Prudential, Westwing, JBS, Grupo Fleury e Lojas Renner. Veja 5 dicas para se manter seguro on-line: 5 dicas de segurança para sua vida digital

iFood apresenta instabilidade nesta segunda

G1 - Tecnologia - a 6 hours 4 min atrás

Serviço ficou fora do ar para algumas pessoas por volta das 10h e voltou a funcionar após cerca de 45 minutos. Entregador da Ifood Divulgação Usuários relataram dificuldades para acessar o aplicativo de delivery iFood na manhã desta segunda-feira (18), por volta das 10h. A instabilidade durou cerca de 45 minutos. O site Downdetector, que reúne relatos de problemas para usar serviços na internet, registrou mais de 300 reclamações por voltas das 10h10. Site Downdetector mostra reclamações de usuários para acessar iFood Reprodução O g1 procurou o iFood para saber por que o app ficou fora do ar e não teve retorno até a última atualização desta reportagem. No Twitter, diversas pessoas reclamaram sobre as dificuldades de acessar o serviço: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x

O que é metaverso, a nova aposta das gigantes de tecnologia

G1 - Tecnologia - Dom, 10/17/2021 - 20:21

Facebook anunciou recentemente investimento de US$ 50 milhões para construiu seu próprio 'universo virtual'. Pra quem olha de fora, metaverso pode parecer versão repaginada da realidade virtual que conhecemos GETTY IMAGES via BBC Brasil No fim do último mês de setembro, o Facebook anunciou investimento de US$ 50 milhões para construir seu próprio metaverso. Meses antes havia sido a Epic Games, empresa de jogos eletrônicos por trás do Fortnite, que virou febre mundial. A companhia fundada por Tim Sweeney levantou US$ 1 bilhão em uma rodada de investimentos em abril para financiar "sua visão de longo prazo para o metaverso". Mas do que se trata a novidade, apontada por especialistas como a nova aposta das gigantes de tecnologia? LEIA MAIS: Facebook quer substituir as videochamadas por reuniões em realidade virtual Empresa também criou projeto para ensinar inteligência artificial pela perspectiva humana De longe, o metaverso pode parecer uma versão repaginada da tecnologia de realidade virtual. Alguns especialistas argumentam, contudo, que ele se desenha como o futuro da internet. Para efeito de comparação, esse novo universo digital seria para a realidade virtual o que os smartphones modernos representaram para os celulares "tijolões" dos anos 1980. Isso porque, em vez de se restringir ao computador, o metaverso permitiria que o usuário entrasse em um universo virtual mais amplo, conectado com todo tipo de ambiente digital. Ao contrário da realidade virtual hoje, usada majoritariamente no mundo dos games, poderia ser aplicado em outras áreas – no mundo do trabalho, para a realização de shows, exibição de filmes ou simplesmente como um espaço para relaxar. Como o conceito ainda está no campo das ideias, contudo, não existe uma definição exata do que é um metaverso. Na visão de alguns, por exemplo, cada usuário teria nesse "mundo paralelo" um avatar em 3D, uma representação de si mesmo. Por que agora? Novos modismos tecnológicos ligados à realidade virtual têm surgido a cada poucos anos, para desaparecerem algum tempo depois. No caso do metaverso, contudo, há um enorme entusiasmo entre grandes investidores e empresas de tecnologia, e ninguém quer ficar para trás se esse de fato se mostrar como o futuro da internet. Como pano de fundo, existe ainda a visão de que, finalmente, a tecnologia e a conectividade avançaram o suficiente para levar a realidade virtual a um outro patamar. O interesse do Facebook Construir um metaverso é hoje uma das prioridades do Facebook. A companhia tem investido pesadamente no segmento de realidade virtual. Há alguns anos, lançou seu próprio headset, batizado de Oculus, vendido hoje a um preço menor do que o cobrado pela maioria dos rivais – em algumas situações, abrindo mão inclusive do lucro, conforme a avaliação de alguns analistas. Também tem desenvolvido aplicativos de realidade virtual para plataformas de comunicação, os chamados "social hangouts", e de trabalho, alguns com interação inclusive com o mundo real. Apesar do longo histórico de aquisição de concorrentes, o Facebook já declarou que o metaverso "não será construído da noite para o dia por uma única empresa" e afirmou desejar colaborar nesse sentido. Parte do investimento de US$ 50 milhões será usado, segundo a empresa, para financiar grupos sem fins lucrativos que ajudarão a "construir o metaverso com responsabilidade". Para a companhia, contudo, o mundo ainda precisa de outros 10 ou 15 anos para que a ideia comece a tomar forma de maneira mais concreta. A 'experiência musical' do Fortnite Tim Sweeney, CEO da Epic Games, há muito fala sobre seus planos envolvendo o metaverso. Os universos interativos fazem parte do mundo dos games faz décadas. Eles não são exatamente metaversos, mas têm alguns paralelos. Nos últimos anos, o Fortnite, por exemplo, expandiu seu leque de produtos, realizando shows e eventos de marcas e dentro de seu mundo digital. Em agosto deste ano, a cantora americana Ariana Grande fez uma série de shows dentro do jogo, uma "experiência musical", assistida por milhões de pessoas. Os novos caminhos abertos pelo Fortnite impressionaram muita gente – e acabaram colocando a visão de Sweeney do metaverso em destaque. Outros jogos também têm flertado com o conceito de metaverso. O Roblox, por exemplo, reúne em uma plataforma milhares de jogos conectados ao ecossistema maior, em que os jogadores podem criar experiências diferentes. Nesse sentido, há ainda a plataforma Unity, para desenvolvimento de aplicativos em 2D e 3D, e que hoje está investindo no que chama de "gêmeos digitais" (cópias do mundo real), e a multinacional Nvidia, que está construindo seu "omniverse", uma plataforma para conectar mundos virtuais 3D. O 'Workplace' do Facebook vislumbra reuniões em RV em que os usuários também possam usar seus computadores no mundo real ao mesmo tempo REUTERS via BBC Brasil Além do mundo dos games Embora existam muitas ideias diferentes sobre o que o metaverso pode ser, a maioria das visões coloca a interação social como núcleo. O Facebook, por exemplo, tem experimentado um aplicativo de reuniões de realidade virtual chamado "Workplace" e um espaço social batizado de "Horizons". Em ambos são usados sistemas de avatar virtual. Outro aplicativo, o VRChat, não foi pensado em torno de uma atividade específica, mas como um local em que as pessoas possam curtir, conversar e conhecer gente nova. E parece não haver limites para a criatividade. Em entrevista recente ao Washington Post, Sweeney, da Epic Games, disse imaginar um mundo em que uma fabricante de automóveis que queira fazer propaganda de um novo modelo possa disponibilizá-lo na plataforma para que as pessoas consigam dirigi-lo. Essa mesma ideia poderia ser levada à indústria da moda: pode ser que as pessoas passem a experimentar roupas digitais enquanto compram online. Um longo caminho A realidade virtual percorreu um longo caminho nos últimos anos. Os headsets de última geração, por exemplo, criam a ilusão de que nossos olhos estão enxergando imagens em 3D enquanto o jogador se move em um mundo virtual. A tecnologia também tem se tornado mais popular – o Oculus Quest 2, por exemplo, headset de RV do Facebook, fez sucesso no Natal de 2020 em alguns países. A explosão de interesse em NFTs ("token não fungíveis", em tradução livre), por sua vez, pode apontar um caminho sobre o futuro do funcionamento de uma eventual economia virtual. Esses tokens criptográficos permitem a criação de um certificado digital de propriedade que pode ser uma maneira eficiente de rastrear de forma confiável a propriedade de bens digitais. Mundos digitais mais avançados também precisarão de uma conectividade melhor, mais consistente e mais móvel – algo que pode ser resolvido com a disseminação do 5G. Por enquanto, porém, tudo está nos estágios iniciais. A evolução do metaverso – se ele vier a se desenvolver de fato – vai ser disputada entre as gigantes da tecnologia no decorrer da próxima década ou por até mais tempo.

Facebook não apaga todas as postagens que violam as regras, diz jornal; rede social diz que limita a circulação do discurso de ódio

G1 - Tecnologia - Dom, 10/17/2021 - 16:48

Reportagem do 'The Wall Street Journal', com base em documentos internos, diz que a rede social não apaga a maioria das postagens que descumprem as regras e disseminam ódio e violência e também deixa os autores impunes. Facebook diz que utiliza inteligência artificial e revisores humanos para detectar conteúdos impróprios, que são vistos por menos usuários. Na tradução para o português, reportagem diz: O Facebook afirma que a inteligência artificial limpará a plataforma. Seus próprios engenheiros têm dúvidas. A IA tem apenas um sucesso mínimo na remoção de incitação ao ódio, imagens violentas e outros conteúdos problemáticos, de acordo com relatórios internos da empresa Reprodução/The Wall Street Journal em 17 de outubro de 2021 O jornal "The Wall Street Journal" publicou neste domingo (17) uma reportagem que evidencia, mais uma vez, a omissão do Facebook quanto a conteúdos de ódio e violência excessiva. Mark Zuckerberg é CEO do Facebook, que integra um grupo também formado por WhatsApp e Instagram. Segundo documentos internos a que o jornal teve acesso, a rede social apaga poucas postagens que violam as regras por discurso de ódio e tampouco pune os autores desses conteúdos. A reportagem diz ainda que a inteligência artificial do Facebook não é capaz de detectar conteúdos impróprios, que continuam publicados na plataforma. Vazamento no Facebook: o que novo escândalo revela sobre práticas da empresa Por que algoritmos das redes sociais estão cada vez mais perigosos, na visão de pioneiro da Inteligência Artificial Mark Zuckerberg se defende de acusações um dia após pane no Facebook, no WhatsApp e no Instagram: 'Não é verdade que priorizamos o lucro' O jornal afirma que, quando o algoritmo da rede social não tem certeza de que o conteúdo viola as regras, ele opta por mostrar o conteúdo com menos frequência aos usuários da rede social. Apesar disso, os documentos a que o jornal teve acesso mostram que a rede social decidiu há dois anos diminuir o tempo em que os revisores humanos se dedicavam a analisar denúncias de discurso de ódio e tomou medidas para reduzir também as reclamações dessa categoria. As informações apuradas pelo jornal contrastam com afirmações de executivos do Facebook de que a inteligência artificial resolveria esses problemas da empresa. Em nota publicada neste domingo (17), o vice-presidente de integridade do Facebook, Guy Rosen, diz que a rede social foca em reduzir a quantidade de vezes que esse conteúdo é visto pelos usuários e que a tecnologia tem tido um impacto no combate ao discurso de ódio. Ainda de acordo com Rosen, a rede social utiliza tecnologia para detectar esses conteúdos de forma proativa, encaminhá-los para os revisores e, por fim, apagá-los do Facebook. "Dados extraídos de documentos que vazaram estão sendo usados ​​para criar uma narrativa de que a tecnologia que usamos para combater o discurso de ódio é inadequada e que representamos erroneamente nosso progresso. Isso não é verdade", diz a nota. "Não queremos ver ódio em nossa plataforma, nem nossos usuários ou anunciantes, e somos transparentes sobre nosso trabalho para removê-lo. O que esses documentos demonstram é que nosso trabalho de integridade é uma jornada de vários anos. Embora nunca sejamos perfeitos, nossas equipes trabalham continuamente para desenvolver nossos sistemas, identificar problemas e criar soluções." Site do Facebook traz nota: a prevalência do discurso de ódio caiu quase 50% no Facebook Reprodução/Facebook em 17 de outubro de 2021 Declarações de Frances Haugen A reportagem do "The Wall Street Journal" foi publicada em um mês já bastante conturbado para a rede social. Em 4 de outubro, a empresa sofreu um apagão, quando Facebook, WhatsApp e Instagram ficaram fora do ar por seis horas em uma pane global. Também naquele dia Frances Haugen, ex-gerente de produtos do Facebook, disse que a empresa coloca lucros acima da segurança, esconde informação e tem ciência de que as redes sociais podem ser perigosas para crianças. Frances Haugen, ex-funcionária do Facebook, em entrevista à emissora americana CBS News CBS News/60MINUTES via REUTERS Quem é Frances Haugen, a engenheira que quer 'salvar' o Facebook Produtos do Facebook prejudicam crianças e enfraquecem democracia, diz delatora ao Senado dos EUA Senadora norte-americana pede que Mark Zuckerberg retenha documentos relacionados a depoimento de ex-gerente "Eles querem que você acredite entre ter uma rede social cheia de conteúdo polarizador ou liberdade de expressão". "O Facebook percebeu que se mudar o algoritmo para ser mais seguro, as pessoas vão passar menos tempo no site, vão clicar em menos anúncios, e eles vão ganhar menos dinheiro." Ex-funcionária do Facebook acusa a rede social de prejudicar crianças e enfraquecer a democracia O que diz o Facebook Em resposta, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, publicou na rede social que a organização se preocupa "profundamente com questões como segurança, bem-estar e saúde mental" e disse que há uma "falsa imagem que está sendo pintada da empresa". Ele também declarou não ser verdade que o Facebook prioriza o lucro em vez da segurança e bem-estar dos seus usuários. "Isso simplesmente não é verdade", escreveu. Dono do Facebook rebate acusações de ex-funcionária e pede mais regulação para internet

Carros voadores vão virar realidade? g1 Explica

G1 - Tecnologia - Sáb, 10/16/2021 - 11:05

Vídeo do g1 no YouTube explica que veículo é esse e o que pode mudar quando ele ficar pronto. Os Jetsons prometeram e parece que vai rolar: os carros voadores podem estar prestes a virar realidade. Algumas empresas já planejam a operação desse tipo de aeronave, inclusive no Brasil. No vídeo abaixo, o g1 explica que carro é esse, qual a diferença dele para os aviões comuns, quando deve ficar pronto e o que vai mudar com isso. Veja TODOS os vídeos do g1 Explica Siga o canal oficial do g1 no YouTube Como se inscrever Para seguir o g1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do g1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. Carro voador g1

Bandeira vermelha no Twitter: entenda o que isso quer dizer

G1 - Tecnologia - Sex, 10/15/2021 - 21:27

Publicações com o emoji viraram moda na rede social. Confira quando usar. Bandeira vermelha no Twitter: entenda o que isso quer dizer Victoria Reay on VisualHunt Quem usa o Twitter deve ter reparado que bandeiras vermelhas estão aparecendo frequentemente nas publicações. Os usuários estão usando o emoji para avisar ao mundo algum pensamento, característica ou acontecimento que, para eles, merece destaque. Kkkkk, jajaja, 5555: as curiosas formas de escrever risadas em várias línguas As bandeiras vermelhas significam, de modo geral, um sinal para chamar a atenção para um problema ou um perigo, por exemplo. No caso dos emojis, estas situações de perigo, na verdade, são algum aspecto de uma pessoa considerado negativo. Um usuário alerta: "Eu ainda sou próximo do meu ex". Initial plugin text Essa tendência teria começado, inclusive, a partir de uma corrente na qual as pessoas deveriam publicar coisas que são ruins em pretendentes. Agora, os comentários já se expandiram e abrangem séries, esportes, música, política e qualquer outro tópico que se ache algum problema. Você sabe a diferença entre a vaca sã e a vaca louca? Relembre o meme Até mesmo contas oficiais de empresas entraram nessa nova moda. O perfil da Netflix da Índia publicou: "O protagonista que nota a garota apenas quando ela tira os óculos e passa maquiagem". Initial plugin text Veja mais tweets com as bandeiras vermelhas: Uma usuária publicou: "Que não te defendam quando alguém fala mal de ti". Initial plugin text No perfil oficial, a PGA Tour, uma organização que reúne os jogadores profissionais de golfe masculino nos Estados Unidos, disse: "Golf não é um esporte de verdade". Initial plugin text "Eu fingindo que não vejo nenhuma bandeira vermelha na minha vida", brincou um perfil na rede social. Initial plugin text "Eles são figuras públicas, eles devem tolerar gente se metendo em suas vidas e inventando fofocas", alertou um usuário do Twitter. Initial plugin text

Facebook cria projeto para ensinar inteligência artificial pela perspectiva humana

G1 - Tecnologia - Sex, 10/15/2021 - 16:18

Iniciativa Ego4D usará mais de 2.200 horas de vídeo em primeira pessoa para permitir a criação de sistemas que entendam o mundo a partir do centro de ação. Facebook diz que inteligência artificial precisa entender ponto de vista em primeira pessoa (à direita), e não apenas em terceira pessoa (à esquerda) Reprodução/Facebook O Facebook está trabalhando em um projeto para criar sistemas de inteligência artificial que saibam analisar imagens a partir da perspectiva de um ser humano, e não apenas como um observador. A expectativa da empresa é que a iniciativa ajude dispositivos de realidade aumentada e realidade virtual a entenderem melhor o ponto de vista em primeira pessoa. "A inteligência artificial geralmente aprende com fotos e vídeos capturados em terceira pessoa, mas a inteligência artificial de próxima geração precisará aprender com vídeos que mostram o mundo a partir do centro de ação", afirmou o Facebook. A iniciativa, batizada de Ego4D, prevê pesquisas a partir de mais de 2.200 horas de vídeo em primeira pessoa que foram gravadas em um projeto que acompanhou a rotina de 700 voluntários. Segundo o Facebook, o material foi coletado em parceria com 13 universidades e laboratórios de 9 países, e permitiu a criação de um conjunto de dados 20 vezes maior que qualquer outro disponível para pesquisadores. Zuckerberg aparece com protótipo de novo óculos de realidade virtual METAVERSO: Facebook investirá US$ 50 milhões para construir 'universo' em realidade virtual Como funciona o projeto do Facebook A empresa definiu cinco pilares para guiar o desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial que serão treinados com essas imagens. Um deles é chamado de "memória episódica", que pode indicar o que e quando algo aconteceu. De acordo com a companhia, esse conceito poderá ajudar usuários a encontrarem objetos perdidos, por exemplo. Facebook coletou mais de 2.200 horas de vídeos em primeira pessoa Reprodução/Facebook O segundo conceito é o de "previsão", em que a inteligência artificial ajudaria com o que deve ser feito a seguir, como mostrar o próximo passo para preparar uma refeição. Há ainda o pilar de "manipulação de mãos e objetos", que seria capaz de entender o que um usuário está fazendo. O Facebook diz que ele poderia ser útil para ensinar a tocar um instrumento musical. O quarto pilar é chamado de "diarização audiovisual", que entenderia quem disse algo e quando isso aconteceu, e poderia resumir o assunto discutido em uma aula. O quinto pilar é o de "interação social", em que a inteligência artificial ajudaria o usuário a prestar mais atenção em um ponto específico, o que permitiria, por exemplo, ouvir melhor uma pessoa em um local barulhento. Para o Facebook, a criação de sistemas de inteligência artificial a partir de uma nova perspectiva pode "desbloquear uma nova era de experiências imersivas".

iPhone 13: Apple começa pré-venda no Brasil; veja os preços

G1 - Tecnologia - Sex, 10/15/2021 - 11:54

Celulares estão com visual similar a de anos anteriores, mas fabricante incluiu melhorias nas câmeras. Valores variam de R$ 6.599 a R$ 15.499. Apple apresenta o iPhone 13 e novos modelos de tablet e relógio A Apple começou a pré-venda de sua nova sua nova linha de celulares no Brasil nesta sexta-feira (15), com quatro modelos: iPhone 13, iPhone 13 mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max. Veja como foi a apresentação Relembre as novidades do iOS 15, sistema do iPhone Os preços dos smartphones haviam sido divulgados em setembro passado, com a versão Pro Max como o celular mais caro do Brasil, por R$ 15.499. As entregas do aparelho começam no próximo dia 22 de outubro. Preços do iPhone 13 no Brasil Os lançamentos sucedem a linha do iPhone 12, apresentada no ano passado. Com isso, como tradicionalmente acontece, os preços do antecessor baixaram. Assim como os telefones de 2020, os aparelhos não virão com o carregador de parede e o fone de ouvido na caixa – o cabo USB é o único acessório incluso. No Brasil, o carregador custa R$ 199 na loja oficial, enquanto os fones de ouvido com fio saem por R$ 219. O processador dos novos iPhones agora é um A15 Bionic, que a Apple disse ser 50% mais rápido do que a competição – no entanto, a marca não detalhou com quem está comparando. Também há mudanças no conjunto de câmeras e a marca prometeu mais tempo de duração da bateria. Infográfico mostra as características da linha de iPhone 13 Fernanda Garrafiel/Arte G1 Conheça os detalhes de cada um: iPhone 13 e iPhone 13 mini Os novos iPhones estão muito parecidos com seus antecessores no visual – a mudança mais perceptível é que o conjunto de câmeras está na diagonal, em vez de uma abaixo da outra, como era no iPhone 12. Outra pequena alteração está no entalhe, espaço que abriga a câmera frontal, que ficou ligeiramente menor. As novidades se concentraram no que está "debaixo do capô". A tela do iPhone 13 continua com 6,1 polegadas mas está 28% mais brilhante, por exemplo. O iPhone 13 mini conta com as mesmas características do seu "irmão" maior – o que muda é o tamanho da tela, que tem 5,1 polegadas. iPhone 13 Reprodução/YouTube Câmeras A fabricante prometeu fotos melhores, principalmente aquelas capturadas em ambientes escuros. Isso porque o sensor principal do iPhone 13 e 13 mini é capaz de captar 47% mais luz, segundo a Apple. O sensor secundário, que tira fotos com ângulo mais aberto, está mais veloz – isso deve evitar fotos tremidas e a possibilidade de fotografar objetos que se movem rapidamente, por exemplo. Câmera traseira do iPhone 13 Reprodução/YouTube Outra adição foi o "modo cinemático", uma opção especial para gravar vídeos que vai permitir transições de foco automáticas e "inteligentes" quando uma pessoa entrar em cena ou se afastar da câmera, por exemplo. Bateria Mesmo com um processador mais poderoso, tela mais brilhante e compatibilidade com a conexão 5G (que está presente desde o iPhone 12), a fabricante disse que os aparelhos terão mais autonomia de bateria. A promessa é que o celular fique ligado por uma hora e meia a mais no iPhone 13 mini do que no seu antecessor. O ganho no iPhone 13 seria de duas horas e meia em relação ao iPhone 12. Armazenamento Vai ser possível guardar mais fotos, vídeos e aplicativos no iPhone 13 "mais barato", que parte de R$ 6.599. A versão padrão do celular agora conta com 128 GB de armazenamento – antes, começava em 64 GB. As pessoas ainda poderão escolher entre modelos com 256 GB e 512 GB. Veja as diferenças visuais entre o iPhone 12 e o iPhone 13: iPhone 12 e iPhone 13 têm visual bem similar; principal mudança está na disposição das câmeras Divulgação iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max Reprodução/YouTube As versões mais sofisticadas do iPhone 13 também não mudaram muito visualmente – o tamanho da tela, por exemplo, continua o mesmo: 6,1 polegadas para o iPhone 13 Pro e 6,4 polegadas para o iPhone 13 Pro Max. Câmeras A grande novidade está no conjunto de câmeras. Segundo a Apple, esse é um "conjunto totalmente novo" de sensores. Os modelos possuem 3 câmeras – e todas elas agora possuem o "modo noturno", para fotos em baixa luz. O sensor ultrawide ganhou a capacidade de fazer fotos macro, daquelas que chegam bem pertinho de um objeto, a uma distância mínima de 2cm. O sensor telefoto faz imagens com zoom óptico de 3x. Já a câmera principal está 2,2 vezes mais eficiente em ambientes escuros, segundo a fabricante. iPhone 13 Pro Reprodução/YouTube Essas melhorias nos sensores vão permitir que o iPhone 13 Pro e o iPhone 13 Pro Max sejam mais capazes na gravação de vídeos, chegando a filmar na resolução 4K a 30 quadros por segundo. A Apple disse que o "modo cinemático" vai permitir a alteração do foco de uma cena mesmo após a gravação, por exemplo. Tela mais 'esperta' Outra grande novidade dos modelos "Pro" é a taxa de atualização da tela que se adapta ao conteúdo, indo de 10 Hz a 120 Hz. Na prática, isso deve mostrar imagens mais fluidas, especialmente em vídeos e jogos. Quando a taxa de atualização estiver menor, o gasto da bateria será reduzido. Bateria A empresa também prometeu mais duração da bateria, com hora e meia mais no iPhone 13 Pro do que no seu antecessor, e duas horas e meia a mais no iPhone 13 Pro Max em relação ao iPhone 12 Pro Max. Armazenamento Pela primeira vez, esses modelos de iPhone terão uma opção de 1 TB de armazenamento – essa é a versão mais cara da linha e será vendida no Brasil por R$ 15.499. Há ainda opções de 128 GB, 256 GB e 512 GB. 5 dicas para aproveitar a câmera de selfies do seu celular

Moscou lança pagamento por reconhecimento facial no metrô

G1 - Tecnologia - Sex, 10/15/2021 - 11:09

Para efetuar pagamento, passageiros têm apenas que olhar para câmera. Tecnologia é criticada por várias entidades internacionais, preocupadas com abusos de vigilância e vazamento de dados. Catracas de metrô Moscou estão equipadas com sistema de reconhecimento facial Natalia Kolesnikova / AFP Moscou lançou, nesta sexta-feira (15), o pagamento por reconhecimento facial no metrô, o exemplo mais recente do desenvolvimento rápido - e polêmico para alguns - desta tecnologia na Rússia. "Para entrar no metrô, os passageiros não precisam de um cartão ou um celular: basta olhar para uma câmera", explicou o encarregado do transporte da prefeitura, Maxim Liksutov, citado em um comunicado. SAIBA MAIS: Aumento do uso de reconhecimento facial pelo poder público no Brasil levanta debate sobre limites da tecnologia Regulador de privacidade da UE que banir reconhecimento facial Segundo ele, Moscou é "a primeira cidade do mundo na qual o sistema funciona em grande escala", com 241 estações de metrô. Acrescentou que o pagamento por reconhecimento facial é "apenas uma forma de pagar" e que continua sendo "voluntário". Liksoutov espera que entre 10% e 15% dos passageiros usem o sistema com regularidade em "dois ou três anos". Espera-se que o sistema reduza os tempos de espera na enorme rede de metrô de Moscou, uma das mais movimentadas da Europa. As autoridades prometeram que os dados coletados mediante o reconhecimento facial estarão "criptografados de forma segura" e que a câmera da catraca vai ler uma "chave biométrica" e não uma imagem do rosto da pessoa. Sistema de reconhecimento facial começou a ser usado no metrô de Moscou nesta sexta (15) Natalia Koleniskova / AFP A tecnologia, que está se desenvolvendo rapidamente na Rússia, foi criticada por várias ONGs russas e internacionais, preocupadas com os abusos, o vazamento de dados e a falta de consentimento. O reconhecimento facial foi usado em Moscou, que conta com uma rede de dezenas de milhares de câmeras, para deter manifestantes da oposição e controlar o cumprimento das quarentenas de covid-19. Assista vídeos de tecnologia no g1

Empresa de turismo espacial Virgin Galactic adia início de suas viagens comerciais

G1 - Tecnologia - Sex, 10/15/2021 - 09:50

Empresa do bilionário Richard Branson deve começar voos no quarto trimestre de 2022 e não fará novos testes neste ano. Richard Branson sorri durante voo espacial com o foguete VSS Unity Reprodução/G1 A Virgin Galactic, empresa do bilionário Richard Branson que planeja explorar o mercado de turismo espacial, adiou o começo de seus voos comerciais para o quarto trimestre de 2022 e não fará novos testes neste ano. O plano da companhia era realizar um voo de testes com membros da força aérea italiana em meados de outubro. LEIA MAIS: Em julho, bilionário Richard Branson fez sua viagem e inaugurou a corrida pelo turismo espacial Depois, foi a vez do homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, fazer um bate-volta no espaço A SpaceX, do magnata Elon Musk, colocou 4 cidadãos comuns em órbita durante 3 dias E o "Capitão Kirk" se tornou a pessoa mais velha a ir ao espaço, aos 90 anos A empresa disse que irá iniciar um "programa de melhoramento" do seu híbrido de nave espacial com avião e que testes de laboratório "sinalizaram uma possível redução nas margens de resistência de certos materiais usados". As ações da empresa caíram 13% após a notícia, segundo a agência Reuters. Esse é mais um obstáculo que a empresa enfrenta para começar a vender passagens para a viagem espacial que dura cerca de 20 minutos e deve custar cerca de US$ 450 mil (R$ 2,4 milhões, na cotação atual). No final de setembro a Agência Federal de Aviação (FAA) concluiu uma investigação sobre um "contratempo" de segurança relacionado com a primeira missão tripulada da Virgin Galactic, que aconteceu em julho e contou com a presença do seu fundador, Richard Branson. Em agosto, a empresa disse que existe uma lista de 600 pessoas com reservas para participar das viagens de turismo no espaço. RELEMBRE A VIAGEM DE BRANSON EM VÍDEO: VÍDEO: Veja os melhores momentos do voo de Richard Branson ao espaço Diferenças entre as naves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic Arte G1

Rival do TikTok: como funciona o Kwai, app de vídeos curtos com 1 bilhão de usuários

G1 - Tecnologia - Sex, 10/15/2021 - 06:01

Com 10 anos de existência, rede social utiliza interface parecida com a de seu concorrente. Serviço tem versões exclusivas para usuários na China e na Índia. Kwai tem visual parecido com o do TikTok Divulgação Nem só de TikTok e Instagram Reels vivem os vídeos curtos. A atenção dos usuários também é disputada pelo Kwai, rede social chinesa que afirma ter mais de 1 bilhão de usuários pelo mundo. O número inclui tanto a base de usuários do Kwai, quanto do Kuaishou, como é chamado na China, e do SnackVideo, app voltado para usuários na Índia. Principal concorrente do aplicativo, o TikTok alcançou 1 bilhão de usuários em setembro de 2021. O Facebook, por sua vez, informou ter chegado a 2,9 bilhões de usuários no segundo trimestre de 2021. TikTok agora permite silenciar comentários durante lives Conheça o KaiOS, sistema básico de celular com 150 milhões de usuários G1 testou celulares na faixa de R$ 1.500 para saber qual faz a melhor selfie Ele foi criado em 2011 como uma plataforma para usuários criarem e compartilharem GIFs e em 2012 passou a suportar a criação de vídeos curtos. Inicialmente, o serviço era conhecido apenas como Kuaishou, nome que ainda é usado na China. A marca Kwai foi adotada na expansão para outros países. Como funciona o Kwai O Kwai tem uma interface muito parecida com a do TikTok. Na tela inicial, o aplicativo sugere um vídeo que está em alta e pode te interessar. Se você desejar ver outra coisa, basta deslizar para cima e assistir mais um vídeo. A rede social mostra no canto direito da tela os botões de curtir, comentar e compartilhar o vídeo. A partir dessa interação, ela entende que tipo de conteúdo que você mais gosta e passa a sugerir outros vídeos parecidos. Há também uma área com a foto de perfil e o nome do usuário que publicou o vídeo, com um botão de seguir. À medida que você segue perfis, pode acessar uma aba do app para acompanhar somente as publicações dos influenciadores que você mais gosta. Como publicar um vídeo no Kwai Para criar um vídeo no Kwai, basta clicar no ícone da câmera que aparece na barra da parte inferior da tela. Quando você abrir a área pela primeira vez, o aplicativo pedirá permissão para acessar a sua câmera. Basta autorizar para começar a usar os recursos. É possível ativar dezenas de filtros e efeitos no vídeo. Por conta de acordos com gravadoras, a rede social também permite incluir músicas nas gravações. Como acontece no TikTok e no Reels, o usuário do Kwai pode gravar trechos e agrupá-los em um só vídeo. Com criatividade, o recurso pode ser um aliado para deixar a publicação mais divertida. Como criar vídeo no Kwai Reprodução/Kwai Depois de gravar o que você deseja, a rede social tem recursos para incluir texto e figurinhas, por exemplo. Em seguida, basta definir os últimos detalhes, como a descrição do post e as hashtags, e publicar. Ao publicar um vídeo, é possível fazer o vídeo do Kwai ser publicado automaticamente no WhatsApp, Facebook e Instagram, o que pode ajudar um conteúdo a viralizar mais rapidamente. Código do Kwai Parte do crescimento do Kwai se deve à campanha em que a rede social promete dar dinheiro para usuários se eles conseguirem convencer seus amigos a usar o aplicativo. De acordo com o serviço, os usuários precisam enviar um link e seu código de convite para um amigo, que, por sua vez, deve incluir essa informação durante o seu cadastro. O Kwai também oferece recompensas em créditos para quem cumprir algumas metas, como abrir o app todos os dias e assistir muitos vídeos. Em uma primeira etapa, os pagamentos são feitos nas chamadas Kwai Golds, moedas virtuais da plataforma. A rede social afirma que os usuários podem resgatar o valor em dinheiro se conseguirem uma grande quantidade de moedas virtuais. Grande mesmo: para sacar R$ 1, os usuários precisam alcançar 10 mil Kwai Golds. TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários

Cão robô armado com rifle: empresa mostra equipamento nos EUA

G1 - Tecnologia - Sex, 10/15/2021 - 05:01

Desenvolvido por uma parceira entre a Ghost Robotics e a Sword Defense, arma para fins militares tem alcance de 1.200 metros. Empresas não disseram se produto será vendido. Cão robô armado com rifle é desenvolvido por empresas dos EUA Sword Defense Uma empresa especializada em plataformas robóticas desenvolveu nos Estados Unidos uma versão de seu cão robô equipado com uma arma. Em uma publicação no Twitter, a Ghost Robotics mostrou o equipamento feito em parceria com a Sword Defense, especializada em armamentos. As empresas não disseram se o produto será comercializado. A arma, no entanto, não será autônoma, disse o CEO da Ghost Robotics, Jiren Parikh, de acordo com a "New Scientist". Teslabot: saiba como funcionará o robô de Elon Musk Robôs do parkour dão até mortal; assista “É totalmente controlado por um operador remoto”, diz Parikh. “Há um humano controlando a arma". O armamento acoplado ao robô é chamado de Special Purpose Unmanned Rifle (Spur), que em tradução livre ao português significa "Rifle Não Tripulado de Uso Especial". A arma pode ser instalada em uma variedade de plataformas robóticas. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Cão robô com rifle da Ghost Robotics Sword Defense Apenas alguns detalhes foram divulgados, como o zoom óptico de até 30 vezes, câmera térmica para mirar no escuro e alcance de 1.200 metros. A máquina foi exibida no início desta semana na conferência anual de 2021 da Associação do Exército dos Estados Unidos. Os cães robôs são usados em operações de reconhecimento de terreno pelo exército norte-americano. Rifle pode ser utilizado em outros tipos de robo Sword Defense Internautas comparam com Black Mirror Depois que as imagens do cão robô armado caiu nas redes, muita gente fez comparação com o que foi visto no episódio "Metalhead", da 4ª temporada de "Black Mirror". Nesta obra de ficção, cães robôs perseguem os humanos em um cenário apocalíptico. Initial plugin text Esses robôs da série da Netflix foram inspirados modelos da Boston Dynamics, outra empresa que investe na robótica. Ao contrário da Ghost, no entanto, a Boston é contra o uso de armas pelos robôs. Nos termos de condição de venda de seus produtos, a empresa diz que eles "não podem ser usados ​​para ferir ou intimidar pessoas ou animais, ou ser usados ​​como uma arma ou configurados para segure uma arma". Initial plugin text Assista vídeos de tecnologia no g1

Musk diz que negocia instalação de banda larga da Starlink em aviões

G1 - Tecnologia - Qui, 10/14/2021 - 16:36

O bilionário ainda não deu detalhes sobre quais empresas estariam envolvidas. A Starlink planeja lançar 12 mil satélites para oferecer o serviço de internet via satélite ao redor do planeta. Foto de arquivo de janeiro de 2020 mostra Elon Musk, discursa em uma entrevista Joe Skipper/Reuters/Arquivo O bilionário Elon Musk afirmou em um tuíte nesta quinta-feira (14) que está negociando com companhias aéreas a instalação da Starlink, um serviço de banda larga via satélite operado por sua companhia de foguetes SpaceX. Musk não deu detalhes sobre as negociações e não ficou claro quais companhias aéreas foram contatadas ou quando uma primeira instalação do serviço em aviões poderia ocorrer. Saiba mais 'Capitão Kirk' no espaço: saiba como foi viagem do ator com a empresa de Bezos A Starlink planeja lançar 12 mil satélites. A SpaceX afirma que a constelação vai custar cerca de 10 bilhões de dólares. A empresa faz parte de um crescente número de companhias que estão oferecendo banda larga via lançamento de pequenos satélites, como a Kuiper, da Amazon.com; a OneWeb, Planet, e a Blue Canyon Technologies, da Raytheon Technologies. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram 'Trem' de satélites da SpaceX já foi visto no Brasil; reveja Passagem do Trem de Satélites da SpaceX sobre Brasília, registro de Leo Caldas Assista mais vídeos de tecnologia no g1

WhatsApp: agora é possível proteger backup das conversas com senha; veja como fazer

G1 - Tecnologia - Qui, 10/14/2021 - 14:30

Novidade que começa a ser liberada hoje funciona no iPhone e nos celulares Android. Opção evita que invasores acessem histórico de conversas caso a conta seja clonada. WhatsApp Dado Ruvic/Arquivo/Reuters O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (14) que o backup das mensagens poderá ser protegido com uma senha. A novidade leva a tecnologia de criptografia de ponta a ponta (que embaralha o conteúdo dos chats) para a cópia de segurança das conversas. Esse recurso é importante porque se a conta do WhatsApp for clonada e o invasor também conseguir acesso ao seu e-mail onde o backup está guardado, ele não conseguirá recuperar o histórico dos chats sem incluir a senha. Além disso, a proteção extra irá fechar uma brecha que permitia que autoridades policiais e judiciais acessassem o histórico de uma conta a partir do arquivo de backup. TESTE: Seu WhatsApp está protegido? WhatsApp clonado ou roubado? Saiba como evitar golpes e recuperar sua conta WhatsApp, Telegram e Signal: conheça as vantagens de cada aplicativo O app conta há 5 anos com a criptografia de ponta a ponta para os chats, que protege o conteúdo das conversas para que ele só possa ser visto por quem o enviou e quem o recebeu. Agora, a proteção adicional envolverá backups salvos no aparelho e em serviços de nuvem, como iCloud e Google Drive. Com isso, somente quem tem a chave poderá acessar a cópia – o WhatsApp diz que ninguém, nem mesmo o próprio app, poderá visualizar o conteúdo ou saber a chave para desbloquear o backup. O recurso havia sido revelado em setembro passado e começa a ser disponibilizado a partir de agora para iPhones e celulares Android. As atualizações dos aplicativos costumam ser liberadas aos poucos, então é possível que a novidade demore alguns dias para aparecer para todos. Como ativar a senha para o backup do WhatsApp Tela mostra opção de backup com criptografia no WhatsApp Divulgação Abra as Configurações (ícone de três pontinhos no Android ou menu de Configurações no iPhone) do WhatsApp. Toque em Conversas > Backup de conversas > Backup criptografado de ponta a ponta. Toque em Continuar e siga as instruções para criar uma senha ou uma chave de criptografia. Toque em OK e aguarde. Pode ser necessário conectar o celular ao carregador. Os usuários que habilitarem o backup com criptografia de ponta a ponta receberão uma chave de criptografia com 64 dígitos, que será usada para liberar o acesso ao arquivo armazenado na nuvem. Para facilitar, o WhatsApp permitirá criar uma senha pessoal para uma espécie de cofre, que armazenará a chave de 64 dígitos. Depois, para criar ou recuperar um backup, será preciso seguir estes passos: Inserir a senha pessoal para acessar o cofre; Após a liberação, o aplicativo vai informar a chave de criptografia; Com a chave, basta informá-la para enviar ou receber um backup da nuvem. O aplicativo alerta que se a pessoa esquecer da senha ou chave, não será possível restaurar o backup. "O WhatsApp não pode redefinir sua senha nem restaurar seu backup para você", afirma. Saiba como se proteger de golpes no WhatsApp Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger